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O poema foi traduzido por Herberto Helder e incluído no volume Magias (1988). É «pertença» dos Dincas, do Sudão. E é a nossa contribuição para a data que hoje se assinala:
No tempo em que Deus criou todas as coisas,
criou o sol,
e o sol nasce, e morre, e volta a nascer;
criou a lua,
e a lua nasce, e morre, e volta a nascer;
criou as estrelas,
e as estrelas nascem, e morrem, e voltam a nascer;
criou o Homem,
e o homem nasce, e morre, e não volta a nascer.
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